27 de out de 2016

Halloween: Minha história de um quase terror

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Na vida eu claramente sou o Hiroomi, mas okay. Desculpem-me mesmo por não ter postado ontem, mas meio que me bateu uma falta de vontade ferrada que somada ao meu atual vício (ler Noragami) acabou dando em nada e eu nem ia postar hoje porque estou em uma bad ferrada, mas eu acho uma puta sacanagem sumir assim. Como vão vocês, creanssas? Eu descobri estar passada em todas as disciplinas da escola com exceção de ciências, já que não temos avaliação alguma. O negócio agora é dar o sangue nos trabalhos que a professora manda pra casa porque ela o está fazendo durante todas as aulas e na maioria das aulas eu faltei, então né. Daqui a pouquinho já tenho um tema a fazer, mas não consegui me segurar em vir até aqui e postar algo para vocês!
Alguém notou o parental advisory no cabeçalho? Dksjdksjdkls' Nada além de uma brincadeira que eu achei muito interessante, já que na maioria dos meus CDs favoritos tem isso e eu acho bem chato eles colocarem porque a pessoa falou um único palavrão uma única vez em uma única música. Mas então, pra ironizar um pouco, agora o C.T tem aviso aos pais -q
Vou ser sincera, o layout que eu fiz para o C.T já não me agrada mais. Sim, eu sou muito dessas que mudam de opinião o tempo todo em relação ao que fazem, então realmente me perdoem por ser tão confusa.
A partir de hoje eu tenho toda a certeza do mundo de que OneRepublic me acalma mais que qualquer outra coisa, porque eu estava "mó" eu odeio essa expressão estressada e quando apareceu uma música do CD novo, foi como se o negócio filtrasse toda a minha preocupação. A macumba é forte, gente, sério.
E gente, ler mangá é tipo, muito bom! Como citei anteriormente, estou viciada no de Noragami fui do vinte e cinco para o quarenta e poucos em no máximo dois dias! e realmente, há uma grande vantagem em ler o mangá ao invés de assistir o anime: Sou capaz de ouvir minhas músicas enquanto leio e isso me deixa muito relaxada. Mas ainda terminarei os cinco episódios de Pandora Hearts que me faltam, se bobear dou um passo grande ainda hoje! u-u
Eu cheguei a contar-vos sobre minha história de terror? Tá bom, eu admito que não exatamente um terror, mas é meio que isso e o propósito da fic inclusive é terror. Eu gostaria de apresentá-la pra vocês em busca de uma opinião sobre minha escrita e no que preciso melhorar, porque melhorar é sempre bom -q

História: The Darkness Inside of Us

Sinopse:Naomi Keiko perdeu seus pais em um acidente que sequer deixou pistas, ficando com a guarda de seus irmãos Keita e Kaori.
A história se passa dois anos depois, quando fatos estranhos envolvendo a mesma passam a ocorrer, revelando sobre seu passado e sobre o paradeiro de seus pais.
Mas tudo tem um preço... Certo?

  • Essa história é totalmente original;
  • Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror
  • Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência

Capítulo 1 - Starting...

" Toda vez que eu fecho meus olhos
É como um paraíso escuro
Ninguém se compara a você
Mas não há mais você, exceto nos meus sonhos "

Dark Paradise — Lana Del Rey

Como de costume, caminho por um imenso e escuro corredor. Não há luz, não há brisa, não há nada além da escuridão e, como sempre, algo no fim do corredor.

- - - - -

Acordo às cinco horas da manhã, espantada pelos primeiros dez segundos e, quando a nostalgia passa a pairar no ar, levanto-me e caminho até o banheiro.

Francamente... Por quanto tempo esse bendito sonho ainda me atormentará?

Todas as noites, o mesmo sonho atormenta a mim e a pior parte é que eu simplesmente não consigo lembrar-me dos acontecimentos bizarros que ocorrem após acordar.

— Keiko-chan! — Chama meu irmão mais novo, Keita, agarrando-se em minha panturrilha esquerda e quase fazendo com que perdesse o equilíbrio. — Bom dia!

— Bom dia, Kei-chan! — Respondo, afagando as madeixas negras e semelhantes às minhas. — Brigou com a Kao-chan outra vez?

— E-Ela está me perseguindo! — Rio ao ouvir a reclamação do menino a respeito de sua irmã gêmea, afinal os dois sempre amanheciam brigando e anoiteciam alegres. — S-Só porque eu quebrei a boneca dela...

— Você quebrou a boneca da Kao-chan, Keita? — Repreendo o garoto, tanto por causar aflição à irmã quanto pelo desperdício de dinheiro.

— Keiko-chan! — Kaori, a menina que costuma ser alegre, escontra-se com os olhos marejados — M-Minha boneca... Kei-kun quebrou minha boneca!

— M-Mas foi sem querer, Kao-nee! — O garoto responde, provavelmente nervoso. — M-Me desculpe!

— Desculpas não trazem meu boneco de volta! Ele foi um presente da mamãe... A-Antes de ela... — A menina então chora de forma descontrolada e eu deduzo que o motivo do choro é a lembrança da morte de nossa mãe, o que ocorrera há mais ou menos dois anos e meio, deixando-me na responsabilidade de meus dois irmãos de nove anos: Keita e Kaori.

— Kao-chan, por que você e Keita não tentam consertar o seu boneco? Assim vocês terão sempre a lembrança de que fizeram isso juntos! — Afago os sedosos fios de cabelo negros da garotinha, que sorri e em seguida soluça, o que sempre acontece durante uma mudança repentina de humor.

— Claro! Obrigada, Keiko-chan! — A menininha responde, correndo até o quarto seguida de seu irmão. Sorrio e caminho até o banheiro, planejando banhar-me para que possa ir à escola. Adentro o banheiro e tranco o mesmo por dentro, o som do silêncio possui-me por completo e passo a sentir-me completamente solitária. E então, ouço alguém sussurrar meu nome.

Sinto-me arrepiar com a voz feminina e desconhecida que acabara de sussurrar meu nome. "Naomi Keiko", a voz sussurrara lentamente, provavelmente com o intuito de assustar-me. Mas... Quem poderia ser?

Na tentativa de ignorar, trato de despir-me e caminho até a banheira, minha ocupação momentânea torna-se enchê-la. Em mais ou menos dez minutos, a banheira está cheia com água e já posso — enfim — banhar-me.

A sensação prazerosa ao chocar-me com a água indica que a mesma está quente e que talvez o banho demore um pouco mais que o previsto. Banho-me lentamente, afinal tenho duas horas somente para fazê-lo e nada mais justo que aproveitá-las, não é?

Saio do banho e cubro-me com meu roupão em tons de terra, inalando o estonteante aroma de vapor quente e retornando ao quarto. Logo que adentro o mesmo, passo a desfazer-me do roupão que antes cobria meu corpo esguio e então procuro a roupa íntima que largara por cima de minha cama durante a noite do dia anterior, em pouco tempo encontrando e vestindo-me com a mesma.

— Keiko-chan! — Ouço Kaori bater na porta outra vez, seu tom de voz já transmite animação outra vez. — Kei-kun e eu estamos prontos para a escola, até tomamos café sozinhos!

— Isso é bom de ouvir, Kao-chan. — Respondo, suspirando aliviada — Esperem por mim no andar de baixo, está bem?

— Claro, amamos você! — A garota responde e posso ouvir Keita descer as escadas correndo, seguido da mesma. "Meus irmãos são crianças maravilhosas."

Após mais alguns minutos de procura, encontro minha saia vermelha, estranhamente não acompanhada do restante de meu uniforme. "Onde está essa coisa?", penso, quase que automaticamente encontrando meu suéter preto e minha camiseta branca, vestindo-os rapidamente e correndo até o andar de baixo com meus sapatos em mãos.

— Kei-Kao — Chamo-os pelo apelido que costumo dar aos mesmos quando juntos. — Temos que ir depressa, ou perderemos o ônibus! — Puxo ambos para o gramado só lado da fora da casa, arrepiando-me com a sensação da grama úmida sob meus pés descobertos. Sorrio ao perceber que Keita segura tanto minha quanto sua mochila em mãos e que Kaori guardara um pouco de seu café da manhã para mim.

E logo o ônibus chega, com seu atormentador som que chama a atenção de toda a vizinhança. Não tínhamos ônibus assim no Japão, e penso que até meus pais ainda estariam vivos se nunca tivéssemos vindo aos Estados Unidos de forma tão repentina sem ao menos justificativas ou conhecimento do lugar. "Não é tão complicado quando você não se importa em duvidar", minha mãe dissera um mês antes da mudança, "você é inexperiente demais para entender".

— Posso ver sua identidade? — O homem em vestes escuras e de expressão fechada questiona-me, estendendo sua mão esquerda enquanto mantém a direita no volante. — Apenas para comprovar se é realmente uma estudante.

— Ah, claro. — Respondo, abrindo minha mochila em busca do documento solicitado. — Aqui está.

O homem analisa calmamente meu documento, deixando-me até certo ponto desconfiada, mas assim que o mesmo percebeu, devolveu-me e assentiu em um movimento com a cabeça, indicando que podemos entrar.

— Arigatou. — Agradeço, impulsivamente usando o japonês ao falar e sentindo-me envergonhar com o ato. Pego a mão direita de Kaori e a esquerda de Keita, entrando no transportante. Sentamo-nos, sem ligar muito para o céu nublado que cobria a cidade, sinal de uma possível tempestade.

— Keiko-chan, você acha que vai chover muito? — A garotinha questiona, animada com a ideia de uma tempestade. — Eu nunca presenciei uma tempestade de perto antes!

— Eu também acho que vai chover, Kao-nee! — Diz o garotinho, quase gritando — Vai ser tão divertido... Podemos brincar de tomar banho de chuva como alguns ocidentais fazem nos filmes?

— Não, vocês podem ficar doentes na chuva... Além disso, tempestades são perigosas! — Respondo, sorrindo ao ver a expressão confusa se formar no rosto de ambos.

— Mas se a chuva é perigosa, por que é tão bonita? — Kaori pergunta, pegando-me de surpresa. — Todos gostam dela!

— Acho que as pessoas gostam de coisas perigosas! — Keita responde a irmã, antes que eu mesma possa manifestar-me. — Lembra do Yu, da nossa escola, Kao-chan? Todas as garotas gostavam dele, mas ele vivia arrumando brigas!

— Deve ser verdade, porque todo mundo adora aquelas comidas que fazem mal para a saúde e também gostam de esportes complicados. — A morena me encara por alguns segundos, e então questiona-me a respeito de minha opinião.

— Eu acho que é verdade! — Digo, em meio a uma gargalhada — As pessoas são bobas, assim mesmo... Sempre fazem a escolha errada!

Keita provavelmente iria opinar a respeito de nossa conversa, mas nesse exato momento o ônibus para, indicando que devemos descer.

— Naomi, sua lenta! — Ouço o grito vindo de uma garota alta de longos cabelos claros e olhos verdes, e logo a mesma se aproxima. — Pensei que estivesse matando aula em casa, como uma preguiçosa!

— Adrienne... — A garota (possivelmente minha melhor amiga) é até certo ponto divertida, mas eu simplesmente não consigo rir... De nada.

— Pare de ser tão amarga! Você não era assim quando eu te conheci, sabia? — Adrienne reclama, em uma pose até bem espalhafatosa. — Mais ânimo, garota!

— Eu ainda tinha família quando você me conheceu. — Respondo, largando as mãos de meus irmãos que logo correm até o interior da escola. — E eu sou uma pessoa animada, só não gosto da escola.

— Você é tão animada que parece minha mãe falando do ex dela. — A menina responde, irônica.

— De qual deles? O que tinha uma verruga na testa, o dono do restaurante ou o da bicicleta quebrada? — Questiono a garota, também retrucando-a.

— Nenhum desses, ela conheceu um cara que tem uma pizzaria e eles acabaram ficando juntos... Por uma semana. Pelo menos o desconto na pizzaria valeu a pena. — Adrienne dá de ombros e rimos juntas, mas a loira dá ênfase em sua risada.

— Podemos entrar? — Digo de maneira um tanto quanto repentina, assustando levemente a mais alta.

— C-Claro. — Responde, sem jeito e então entramos. Mas...

Sinto-me observada.
                                                                

História The Darkness Inside of Us
A fanfic está um pouquiiiinho desatualizada porque eu até agora não tive tempo de realmente escrevê-la, sempre há uma coisinha ou outra no caminho. Talvez eu a expanda para WattPad/Nyah!, mas é só uma hipótese. E caso haja erros de português por favor me avisem, eu não sou das melhores no quesito escritora but pretendo melhorar.
                                                                
Obrigada do fundinho do kokoro a quem leu, considero pakas -q Eu vou lá correndo e avoando fazer a lição de ciências e talvez a de religião. Sayonareide o/

2 comentários:

Sim, eu dei uma reformada marota nisso aqui ~
➹ Não saia ofendendo e nem fazendo comentário de quinta, porque idiotice eu já tenho de sobra
➹ Eu não faço troca de seguidores ou essas coisas ridículas, só sigo se eu quiser
➹ Qualquer comentário que não tiver conteúdo será deletado
➹ Não faço layout por encomenda
➹ Se leu e está ciente de tudo isso, parabains pra você!